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Rondônia: Após filho quase ter artéria perfurada, mãe agradece livramento e deixa alerta

Publicada em : 08/07/19 17:28 - Atualizada em : 08/07/19 17:28

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O jovem Miguel Henrique de Moraes de Paula, de apenas 10 anos, passou por um acidente, que dadas as proporções do que poderia ter acontecido, foi mais um livramento do que propriamente um acidente, segundo conta sua mãe Nayara Suellen de Moraes.

O pequeno estava jogando bola na sala de estar da casa, onde mora sua família, quando esbarrou no sofá e caiu com pescoço numa placa de decoração que possui várias pontas.

Uma dessas pontas perfurou o pescoço de Miguel.

HOSPITAL

Logo após o acidente, o garoto foi levado ao Pronto Socorro do Hospital Regional, onde recebeu atendimento imediato.


“Fomos bem atendidos no Hospital, todos nos acalmaram, pois apesar da quantidade de sangue, não tinha sido nada grave. A médica ainda disse, que foi uma sorte muito grande, pois se a perfuração acontecesse meio dedo para o lado, teria atingido a artéria dele”, relembrou a mãe do menino.

Após a limpeza do ferimento e alguns exames, Miguel recebeu dois pontos entre o pescoço e queixo, e já voltou para casa na mesma noite.

LIVRAMENTO

Religiosa a mãe de Miguel agradece o livramento pelo qual o filho passou, “nós precisamos sempre manter a fé, mesmo em momentos de desespero, se não fosse a misericórdia de Deus poderia ter perdido meu filho. Temos que ensinar aos nossos filhos também ter gratidão a Deus pelos livramentos que eles recebem”, contou Nayara.

A autônoma de 31 anos, ainda ressalta que as mães e os pais devem ficar atentas as coisas que podem machucar os filhos dentro de casa.

“Tem que ficar atenta aos mínimos detalhes, no meu caso, a minha sala é bem grande, mas num canto dela estava uma placa de lanchonete, que eu nunca tinha me atentado ao perigo dela. Não pode dar bobeira, porque um segundo pode ser fatal”, disse mãe de Miguel.

Questionada sobre deixar o filho brinca na rua ou em algum parque, ela é categórica em dizer que existem mais perigos na rua do que dentro de casa.

“Eu só deixo meu filho brincar na rua, quando eu posso ficar olhando. Pois, existe muita droga, gente ruim, muitos perigos. Eu particularmente cuido muito do meu filho nessa parte. E o avô  por ser policial sempre dá conselhos também”, completou.

Fonte: Vilhena Noticias

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