Moradora de Pimenta Bueno (RO) procura por pai chamado Dionísio há 35 anos, Dionísio trabalhava como fiscal de ônibus em Ji-Paraná - Pimenta Virtual

carregando...
carregando...
carregando...
carregando...
carregando...
carregando...
carregando...
carregando...
carregando...
carregando...
carregando...
carregando...
carregando...
carregando...
carregando...

carregando...
carregando...

Moradora de Pimenta Bueno (RO) procura por pai chamado Dionísio há 35 anos, Dionísio trabalhava como fiscal de ônibus em Ji-Paraná

Publicada em : 11/04/19 08:40 - Atualizada em : 11/04/19 09:09

temp

Há 35 anos, Dionísio trabalhava como fiscal de ônibus em Ji-Paraná (RO). No entanto, ela teve informações de que ele poderia estar morando na região de Buritis (RO).

Kely Cristina Valentim atualmente trabalha como auxiliar administrativo em uma empresa de Pimenta Bueno (RO), cidade onde também reside sua mãe.

Nascida em setembro de 1983, Kely nunca conheceu o pai, do qual sabe apenas que se chama Dionísio, e que na época em que teve o relacionamento com a mãe, ele trabalhava como fiscal de ônibus em Ji- Paraná (RO). No entanto, a última informação que teve a respeito de seu paradeiro é que poderia estar morando na região de Buritis (RO).

Um dos maiores desejos de Kely Cristina é encontrar o pai do qual não possui fotos e não sabe sequer o sobrenome.

As poucas informações do homem foram repassadas pela mãe Jandira Valentim, de 64 anos, além de cartas enviadas por ele pedindo informações de Jandira, porém as correspondências não foram respondidas e enviadas de volta ao remetente, que não assinava o sobrenome.

De acordo com Kely, sua mãe lhe contou que quando teve o relacionamento amoroso, Dionísio trabalhava como fiscal de ônibus na empresa União Cascavel (Eucatur), em Ji-Paraná, mas ao descobri que estava grávida, Jandira se afastou dele, pois, segundo ela, era muito ‘mulherengo’.

“Minha mãe me disse que na época em que ela ficou grávida, meu pai tinha ido ao Paraná visitar a mãe dele, e quando retornou escreveu uma carta da qual tenho guardada.

Na carta pedia para minha mãe ir até Ji-Paraná, e que esperaria por ela. Disse também que estava se hospedando no hotel Paraíso.

Até cogitou alugar uma casa para morar com ela naquela cidade, mas como estava grávida, a mãe optou por não ir se encontrar com ele”, expressa.

Ainda, de acordo com Kely, o escritório da empresa em que Dionísio trabalhava em Ji-Paraná na época pegou fogo há alguns anos, por isso não é possível encontrar o nome dele no cadastro de empregados.

“É bem complicado descrevê-lo, entretanto, minha mãe fala que era branco, alto e tinha cabelo liso”, diz.

Além de não conhecer o pai, Kely carrega outra dúvida, não tem certeza se Dionísio sabe da existência dela.

“Na época, um amigo deles em comum, chamado Daniel, disse que iria falar para ele que minha mãe estava grávida, mas não sei se repassou o recado”, relata.

“Meu pai na época em que começou a se relacionar com minha mãe era fiscal no ponto de ônibus do senhor Joaquim Cassiano, que também era um restaurante em Jaru”, aponta.

Faz três anos que Kely decidiu intensificar as buscas pelo pai, e a cerca de um ano ela teve a esperança renovada ao receber uma informação sobre um possível paradeiro de Dionísio.

“Um rapaz que trabalhou com ele na época me disse que deve estar morando na região de Ariquemes e Buritis. Por isso, penso que  possa estar trabalhando de motorista naquela região”, revela.

Fonte: Pimenta Virtual

Moradora de Pimenta Bueno (RO) procura por pai chamado Dionísio há 35 anos, Dionísio trabalhava como fiscal de ônibus em Ji-Paraná
temp

Comentários:

Os comentários aqui escritos não expressam a opinião deste site. Sendo assim, o conteúdo é de total responsabilidade do autor do comentário. Denuncie

Compartilhe:

©Copyright 2010-2019 Pimenta Virtual